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Continuando a série de matérias referentes ao processo de descarbonização do setor de transporte rodoviário de passageiros, voltamos a falar do Hidrogênio Verde, ressaltando neste momento os processos de extração.
O Hidrogênio pode ser utilizado para atender às necessidades da mobilidade de transporte nos grandes centros urbanos, tanto em veículos leves, como no setor rodoviário de cargas e passageiros, movidos tanto por combustão interna quanto por eletricidade, com o uso de células de combustível (VECC).
Segundo publicação da Agência Internacional de Energia (IEA), o H2 pode estar entre as principais fontes energéticas para a descarbonização global, e que será responsável, em média, por cerca de 4% da diminuição das emissões do setor de energia nos próximos trinta anos.
Cabe ressaltar, que o H2 pode ser produzido por diversas matérias-primas e/ou rotas tecnológicas, contudo sua classificação é determinada conforme a fonte energética de extração e o possível emprego de tecnologia de inserção de carbono a ser usada ou o reuso de dióxido de carbono (CO2) para demais processos produtivos, (CAPTURA, UTILIZAÇÃO E ARMAZENAMENTO) ou sigla em inglês CCUS, ou seja, CARBON CAPTURE, UTILIZATION AND STOREGE.
Esse processo tem caracterização por cores, entretanto não estão padronizadas globalmente, pois diferem em cores nos processos produtivos em cada país. Classificaremos no quadro abaixo a forma empregada pela Empresa de Pesquisa Energética – EPE.
Fonte: EPE (2022), com adaptações da CNT, edição Marcelo Valladão.
Foto: Antonio Ferro
Publicado por: João Carlos Sanches
8 de maio de 2024
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